Empreendedores de Cachoeiro investem em energia solar

O Programa de Economia Verde desenvolvido pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) disponibilizou, desde 2015, R$ 13,7 milhões para práticas sustentáveis dentro das empresas. O município de Cachoeiro de Itapemirim é um dos principais destinos desses investimentos, com cerca de 30% dos projetos aprovados.

A proposta do programa é investir em negócios que possibilitem retorno econômico para o empreendedor de forma compatível com o bem-estar da população, reduzindo os impactos ambientais. São 34 financiamentos aprovados pelo Bandes no período 2015-18 e a maioria dos projetos teve como destino o investimento em formas de eficiência energética, com a instalação de placas fotovoltaicas. Os investimentos contemplaram 16 diferentes municípios de todo o Espírito Santo.

Para o diretor de Crédito e Fomento do Bandes, Everaldo Colodetti, o investimento feito pelas empresas em placas fotovoltaicas se torna vantagem competitiva no mercado. “Um dos maiores insumos da produção é a energia. O empresário que investe em formas alternativas de geração de energia para sua empresa consegue reduzir seus custos internos, ganhando eficiência na produção, além de beneficiar o meio ambiente”, enfatiza Colodetti.

Dos projetos destinados à geração de energia solar, cerca de 60% foram na Região Sul capixaba. Cachoeiro é o maior destaque com 10 empreendimentos, ou seja, 30% dos projetos.

O Programa de Economia Verde do Bandes envolve o financiamento para incentivar o desenvolvimento da eficiência energética, das melhores práticas de controle ambiental e do uso de materiais recicláveis. As linhas buscam apoiar a adoção de sistemas de produção e consumo que preservem os recursos naturais, utilizem fontes de energia renováveis, mantenham a vegetação nativa, além de outros procedimentos que contribuam para a correta utilização de ativos ambientais.

O que pode ser financiado?
Investimentos em energia renovável e eficiência energética;
Apoio a empresas que utilizem subprodutos ou produtos reciclados como principal matéria-prima em seus processos produtivos;
Condicionantes ambientais aplicadas pelos órgãos competentes;
Apoio a empresas participantes da cadeia de materiais reaproveitáveis;
Investimentos no controle ambiental;
Apoio a projetos com capital de giro associado (financiando investimento fixo e capital de giro).

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